“Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das nações. [...] Os Teus atos de justiça se tornaram manifestos” (Apocalipse 15:3 e 4).
Na cruz do Calvário, o amor e o egoísmo se enfrentaram diretamente. Cristo viveu apenas para trazer conforto e bênçãos às pessoas. Ao entregá-lO à morte, Satanás revelou seu ódio por Deus e o verdadeiro objetivo de sua rebelião: destronar Deus e destruir Jesus, o canal pelo qual o amor divino era manifestado.
A vida e a morte de Cristo também revelam os pensamentos e as intenções de homens e mulheres. A vida de Jesus foi um convite ao arrependimento e à disposição de participar de Seu sofrimento. Aqueles que ouviam a voz do Espírito Santo eram atraídos para Ele, enquanto os que adoravam a si mesmos pertenciam ao reino de Satanás. Na forma como cada pessoa reagia a Cristo, ficava claro de que lado estava. Assim, cada um fazia seu próprio julgamento.
No dia do juízo final, a cruz será apresentada, e todos entenderão o que ela realmente significou. Os pecadores se verão condenados ao contemplar o Calvário e sua misteriosa vítima. Cada um reconhecerá a escolha que fez. Todas as questões do grande conflito serão esclarecidas. Deus não poderá ser responsabilizado pela existência ou pela continuidade do mal. Será provado que não há falhas no governo divino. Tanto os leais quanto os rebeldes declararão: “Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das nações. [...] Os Teus atos de justiça se tornaram manifestos” (Apocalipse 15:3 e 4).
Jesus ontem, hoje e eternamente — Meditações Matinais 2026 · Ellen G. White
