“Mas Ele respondeu: Também está escrito: Não ponha à prova o Senhor, o seu Deus” (Mateus 4:7).
Ao citar a promessa “Ele dará ordens a Seus anjos a Seu respeito”, Satanás deixou de fora uma parte importante: “para que O protejam em todos os Seus caminhos”. Esses caminhos, no entanto, são os que Deus escolhe. Jesus Se recusou a sair da trilha da obediência só para forçar Deus a intervir. Ele sabia que agir assim seria fracassar em nos deixar um exemplo de confiança e submissão.
Jesus respondeu ao tentador com firmeza: “Também está escrito: ‘Não ponha à prova o Senhor, o seu Deus’” (Mateus 4:7). Deus já havia declarado que Jesus era Seu Filho, e exigir mais um sinal seria o mesmo que duvidar de Sua Palavra. Não devemos apresentar nossos pedidos a Deus para provar que Ele cumprirá Suas promessas, mas porque confiamos que Ele as cumprirá; não para confirmar que Ele nos ama, mas porque sabemos que Ele nos ama (veja Hebreus 11:6).
A presunção é uma imitação barata da fé, criada por Satanás. A verdadeira fé confia nas promessas de Deus e o resultado é a obediência. A presunção, por outro lado, também cobra as promessas divinas, mas as usa como desculpa para desobedecer. A fé teria levado Adão e Eva a confiarem no amor de Deus e obedecerem aos Seus mandamentos. A presunção, porém, os fez desobedecer acreditando que o grande amor de Deus os protegeria das consequências de seu pecado.
Jesus ontem, hoje e eternamente — Meditações Matinais 2026 · Ellen G. White
