“Assim diz o Senhor: Como quando se acha vinho novo no cacho de uvas e se diz: ‘Não o destruam, pois ainda há algo bom nele’, assim farei por causa dos Meus servos, para não destruir a todos” (Isaías 65:8).
Oque o mundo oferece pode parecer atraente e até deslumbrar os sentidos, mas, no final, deixa um gosto amargo e insatisfatório. As alegrias que parecem tão intensas rapidamente se transformam em tristeza, e o que começa com festa e euforia termina em cansaço e frustração. Já o que Cristo nos oferece é sempre renovador e cheio de vida. A alegria que Ele proporciona nunca se esgota, e Suas provisões são infinitas. Se permanecermos nEle, o presente que recebemos hoje é a garantia de que o de amanhã será ainda melhor.
O presente que Jesus deu à festa de casamento era muito mais que um gesto de bondade — era um símbolo profundo. Os servos encheram as jarras com água, mas somente a palavra de Cristo pôde transformar aquela água em algo vivo e cheio de significado. De forma semelhante, Sua graça é suficiente para purificar os pecados e renovar nossa vida espiritual. Assim como o vinho que Ele deu na festa, que também simbolizava Seu próprio sangue ao ser compartilhado com os discípulos, era puro e fresco — o suco integral da uva. O profeta Isaías faz referência a esse tipo de vinho quando menciona o “vinho novo que há no cacho de uvas” e diz: “Não o destruam, pois ainda há algo bom [nele]” (Isaías 65:8).
No Antigo Testamento, Cristo nos alertou: “O vinho é zombador e a bebida fermentada provoca brigas; não é sábio deixar-se dominar por eles” (Provérbios 20:1). Ele nunca forneceu uma bebida fermentada que pudesse prejudicar as pessoas. Satanás, ao contrário, tenta homens e mulheres a se entregarem a coisas que confundem a mente e enfraquecem as percepções espirituais. Cristo, por outro lado, nos ensina a controlar nossos impulsos e viver com equilíbrio. Ele nunca contradisse as próprias palavras. O vinho não fermentado que Jesus ofereceu na festa era uma bebida saudável, refrescante e cheia de significado.
Jesus ontem, hoje e eternamente — Meditações Matinais 2026 · Ellen G. White
