“Enquanto existirem céus e terra, de forma alguma desaparecerá da Lei a menor letra ou o menor traço, até que tudo se cumpra” (Mateus 5:18).
Deus ama a humanidade. Para nos proteger das consequências da transgressão, Ele revelou os princípios da justiça. Quando, em Cristo, recebemos a Lei, ela nos eleva acima dos nossos desejos e tendências naturais, além das tentações que nos conduzem ao pecado. Deus nos deu os mandamentos da Lei para que, ao obedecermos a eles, possamos experimentar a verdadeira alegria.
No Sinai, Deus revelou a santidade do Seu caráter à humanidade para que, ao se compararem com Ele, pudessem perceber sua própria pecaminosidade. Ele deu a Lei para que as pessoas se convencessem do pecado e vissem a necessidade de um Salvador. Isso ainda acontece. Quando o Espírito Santo nos revela nossa necessidade do sangue purificador de Cristo e de Sua justiça que nos justifica, a Lei continua sendo um caminho que nos leva a Cristo para que possamos ser justificados pela fé. “A Lei do Senhor é perfeita, e revigora a alma” (Salmos 19:7).
“Enquanto existirem céus e terra, de forma alguma desaparecerá da Lei a menor letra ou o menor traço, até que tudo se cumpra” (Mateus 5:18). O radiante Sol e o firme planeta Terra são testemunhas de que a Lei de Deus é eterna. Mesmo que esses astros se extingam, os princípios divinos permanecerão. O sistema de símbolos que apontava para Jesus como o Cordeiro de Deus chegaria ao fim com Sua morte, mas os Dez Mandamentos são tão imutáveis quanto o trono de Deus.
A vida de obediência do Salvador demonstrou que é possível para o ser humano guardar a Lei. Também mostrou a excelência do caráter que essa obediência desenvolve. Por outro lado, todos que desobedecem aos mandamentos estão, de certa forma, apoiando a afirmação de Satanás de que ninguém pode obedecer à Lei. Permitir que essas pessoas entrem no Céu causaria novamente conflito e rebelião, colocando em risco o bem-estar do universo. Nenhum que desobedeça conscientemente a um princípio da Lei entrará no reino dos Céus.
Jesus ontem, hoje e eternamente — Meditações Matinais 2026 · Ellen G. White
