“Pois quem faz a vontade de Meu Pai que está nos Céus, este é Meu irmão, Minha irmã e Minha mãe” (Mateus 12:50).
“Oestado final daquele homem torna-se pior do que o primeiro. Assim acontecerá a esta geração perversa”. Não existe ninguém mais endurecido do que aqueles que zombam dos convites da misericórdia.
A evidência mais clara do pecado contra o Espírito Santo é o constante desprezo ao convite do Céu para o arrependimento.
Rejeitando a Cristo, o povo judeu cometeu o pecado imperdoável; ao recusarmos o convite da misericórdia, também podemos cometer o mesmo erro. Expomos o Príncipe da Vida à vergonha diante de Satanás e do universo celestial quando nos recusamos a ouvir os mensageiros de Cristo, e, em vez disso, ouvimos aqueles que atraem nosso coração para longe dEle. Enquanto fizermos isso, não poderemos achar perdão, e por fim perderemos todo o desejo de nos reconciliar com Deus.
Enquanto Jesus ainda ensinava, Seus discípulos trouxeram a notícia de que Sua mãe e irmãos estavam do lado de fora, querendo vê-lO. Ele perguntou: “Quem é Minha mãe, e quem são Meus irmãos?” “E, estendendo a mão para os discípulos, disse: ‘Aqui estão Minha mãe e Meus irmãos! Pois quem faz a vontade de Meu Pai que está nos Céus, este é Meu irmão, Minha irmã e Minha mãe’” (Mateus 12:48-50).
Todos os que recebem Cristo pela fé ficam unidos a Ele por um vínculo mais forte do que os laços familiares naturais. Por exemplo, a mãe de Jesus, que acreditou e agiu de acordo com as palavras dEle, tem uma relação mais próxima com o Mestre em termos de salvação do que no aspecto do parentesco natural. Seus irmãos biológicos não receberiam nenhum benefício da ligação que tinham com Ele a menos que O aceitassem como Salvador pessoal. A incredulidade deles foi uma parte do amargo cálice de aflição que Jesus bebeu por nós.
Jesus ontem, hoje e eternamente — Meditações Matinais 2026 · Ellen G. White
