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A sexualidade no matrimônio · Aula 1

O ato conjugal no casamento

1 Coríntios 7:3-5
Portanto, deixará o homem seu pai e sua mãe, e apegar-se-á a sua mulher, e serão ambos uma só carne.
O marido cumpra a sua responsabilidade conjugal para com sua mulher, e do mesmo modo a mulher para com o marido. A mulher não tem autoridade sobre o próprio corpo, mas sim o marido. Também, da mesma forma, o marido não tem autoridade sobre o próprio corpo, mas sim a mulher.

A relação sexual é aprovada por Deus quando realizada dentro do casamento. Contribui para a felicidade do casal, e como fruto do amor, para a geração de filhos. O ato sexual faz parte da expectativa dos noivos; por isso é necessário refletir espiritualmente sobre o tema a fim de que os recém-casados obtenham conhecimento prático da sexualidade sem frustrações ou mágoas causadas por despreparo ou ignorância.

A relação íntima entre os cônjuges deve ser a expressão do afeto e amor recíprocos — pois os dois se tornam um —, e essa intimidade não deve ser negligenciada, a não ser por motivos especiais como doença que impeça o ato, recuperação cirúrgica, época menstrual, um período de oração, mas tudo com consentimento mútuo (1 Coríntios 7:5).

Na Prática!

Para um melhor início da atividade sexual dos recém-casados, faz-se necessário realizarem exames diversos durante o noivado para checarem a saúde. O noivo deve procurar um urologista, e a noiva um ginecologista. Em caso de alguma enfermidade ou anomalia, é preciso expor ao noivo (ou à noiva) o problema, para as devidas reflexões e decisões em relação a isso, antes do casamento.

Conhecimento do corpo e preparação mental

Tanto o rapaz quanto a moça devem conhecer o sistema reprodutor masculino e feminino. O conhecimento prévio auxiliará na boa evolução do ato sexual, pois a ignorância em relação ao corpo pode causar prejuízo ou privação da alegria e prazer próprios da relação íntima.

Em face do conhecimento dos aparelhos reprodutores, deve-se ter em mente que o sexo não foi projetado para a prática de atos selvagens ou pervertidos que se baseiam no pensamento doentio de que, entre quatro paredes “vale tudo”. Lembrem-se de que o casal cristão teme a Deus, e os princípios divinos devem reger todos os pontos de sua vida.

Também é importante destacar que a presença do respeito na intimidade sexual não exclui o carinho, o afeto fervoroso, as palavras recíprocas de amor e o pensamento de satisfazer ao outro. Lembrem-se os noivos de que devem pensar em contribuir para a felicidade um do outro, tanto no dia a dia quanto no auge de sua expressão amorosa — a união sexual.

A intimidade deve ser total

Os noivos devem ter em mente que a boa intimidade sexual deve ser a consequência de seu amor, e o cuidado de um pelo outro deve ser diário e a todo instante. Não pense o futuro esposo que terá uma boa receptividade sexual da parceira à noite se for indelicado ou egoísta durante o dia. A relação íntima se fundamenta no compartilhamento diário da vida — sorrir e chorar juntos —, dividindo com bondade e alegria a vida cotidiana.

Para Não Esquecer

Os noivos devem ter em mente que a boa intimidade sexual deve ser a consequência de seu amor, e o cuidado de um pelo outro deve ser diário e a todo instante.

Exercícios

1.Segundo o curso, a intimidade pode ser suspensa por motivos especiais, como doença ou um período de oração, mas sempre com consentimento mútuo.

2.Que providência de saúde o curso recomenda aos noivos durante o noivado?

3.Segundo o curso, a boa receptividade na intimidade independe de como o marido trata a esposa durante o dia.