“Toda a terra descansa tranquila, todos irrompem em gritos de alegria. Até os pinheiros e os cedros do Líbano alegram-se por sua causa [...]” (Isaías 14:7 e 8).
Lúcifer, antes de se rebelar, ocupava uma posição elevada no Céu. Ele era um anjo exaltado, o mais honrado depois do amado Filho de Deus. Seu rosto refletia felicidade e serenidade, como o dos outros anjos, mas sua aparência era única. Sua testa alta e larga indicava uma inteligência fora do comum. Ele tinha uma forma perfeita, com uma presença imponente e majestosa. Uma luz especial brilhava em seu rosto e ao seu redor, mais intensa do que a dos outros anjos.
No entanto, Cristo, o Filho amado de Deus, era maior e mais glorioso que qualquer ser celestial. Ele existia em união com o Pai mesmo antes da criação dos anjos. Infelizmente, Lúcifer passou a sentir inveja de Cristo e, pouco a pouco, desejou a posição e a autoridade que pertenciam exclusivamente ao Filho. Então, num certo momento o Criador reuniu todos os exércitos celestiais. Diante de todos os anjos, Ele concedeu uma honra especial ao Seu Filho. Cristo estava sentado no trono com o Pai, cercado por uma multidão de anjos. Em seguida, o Pai anunciou que, por Sua decisão, Cristo seria considerado igual a Ele mesmo. Onde quer que o Filho estivesse, seria como se a própria presença de Deus estivesse ali. Todos deveriam obedecer às palavras de Jesus tão prontamente quanto as palavras do Pai. Cristo recebeu autoridade para comandar os seres celestiais e desempenhar um cargo especial ao lado do Pai na criação da Terra e de todos os seres vivos desse planeta. Ele cumpriria os planos divinos, nunca agindo por conta própria, sem combinar primeiro. Tudo o que o Filho fizesse estaria em total acordo com a vontade do Pai.
Jesus ontem, hoje e eternamente — Meditações Matinais 2026 · Ellen G. White
