“Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá” (Gálatas 6:7).
Nossos primeiros pais escolheram acreditar nas palavras de uma serpente, mesmo que ela não tivesse demonstrado qualquer amor real por eles. Ela não fez nada para garantir a felicidade ou o bem-estar do casal, enquanto Deus lhes dava tudo o que era bom para comer e agradável aos olhos. Para onde quer que olhassem, havia abundância e beleza. Mesmo assim, Eva foi enganada pela serpente, pensando que havia algo escondido que a tornaria sábia como Deus. Em vez de confiar em Deus, ela desprezou Sua bondade e aceitou as palavras de Satanás.
Após sua queda, Adão inicialmente acreditou que estava prestes a alcançar uma nova e mais elevada existência. Mas logo o peso de seu pecado o encheu de terror. O ar, que antes era suave e constante, parecia agora congelar tudo ao seu redor. O casal culpado sentia a presença do pecado. Eles estavam aterrorizados com o futuro e sentiam uma necessidade profunda e uma sensação de nudez interior. O amor doce, a paz e a felicidade que antes viviam desapareceram, dando lugar a uma sensação de vazio que nunca haviam experimentado. Pela primeira vez, perceberam sua aparência exterior. Eles não estavam vestidos, mas envoltos em luz, como os anjos celestiais. Essa luz, que os envolvia, tinha desaparecido. Para aliviar a sensação de falta e nudez que sentiam, tentaram cobrir o corpo, pois como poderiam enfrentar o olhar de Deus e dos anjos sem terem roupas?
Jesus ontem, hoje e eternamente — Meditações Matinais 2026 · Ellen G. White
