“Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23).
Aangústia de Adão aumentou. Ele percebeu que seus pecados eram tão graves que resultariam em consequências terríveis. Seria possível que o honrado Comandante celestial, que havia andado e conversado com ele durante sua santa inocência e a quem os anjos honravam e adoravam, tivesse que se rebaixar de Sua posição exaltada para morrer por causa de sua transgressão?
Adão foi informado de que a vida de um anjo não poderia pagar sua dívida. A Lei de Jeová, que fundamenta Seu governo no Céu e na Terra, era tão sagrada quanto Ele mesmo; por essa razão, a vida de um anjo não poderia ser aceita por Deus como sacrifício pela transgressão humana. A Lei é mais importante aos olhos de Deus do que os próprios santos anjos ao redor de Seu trono. O Pai não poderia abolir ou mudar um único preceito de Sua Lei para ajudar homens e mulheres em sua condição perdida. Mas o Filho de Deus, que havia criado a humanidade lado a lado com o Pai, poderia fazer uma expiação aceitável a Deus, dando Sua vida em sacrifício e enfrentando a ira de Seu Pai.
Os anjos informaram Adão que, embora sua transgressão tivesse trazido morte e infelicidade, reconquistar a vida e a imortalidade seria possível pelo sacrifício de Jesus Cristo.
Deus revelou importantes eventos futuros a Adão, desde sua expulsão do Éden até o dilúvio, e progressivamente até a primeira vinda de Cristo à Terra. O amor de Deus pela humanidade e seus descendentes levaria o Filho a tomar a natureza humana, elevando, por meio de Sua própria humilhação, todos aqueles que nEle cressem. Esse sacrifício tinha valor suficiente para salvar o mundo inteiro, mas apenas alguns poucos se beneficiariam da salvação trazida por um sacrifício tão maravilhoso.
Jesus ontem, hoje e eternamente — Meditações Matinais 2026 · Ellen G. White
