“Mas os planos do Senhor permanecem para sempre, os propósitos do seu coração, por todas as gerações” (Salmos 33:11).
Muitos não se contentariam com as condições exigidas para participar da grande salvação. Eles prefeririam o pecado e a transgressão da Lei de Deus a se arrependerem e a obedecerem, confiando pela fé nos méritos do sacrifício oferecido. Esse sacrifício tinha um valor tão imensurável que tornava o ser humano que dele se aproveitasse mais precioso do que ouro refinado, mais valioso do que o ouro de Ofir.
Deus transportou Adão através das gerações, e nosso pai viu o aumento do crime, da culpa e da deterioração, pois os seres humanos se entregariam às fortes inclinações naturais para transgredir a santa Lei de Deus. Ele testemunhou a maldição de Deus caindo cada vez mais pesadamente sobre a raça humana, sobre os animais e a Terra devido à contínua transgressão da humanidade. Viu que a iniquidade e a violência aumentariam constantemente; no entanto, em meio a toda a miséria e sofrimento humano, sempre existiriam alguns poucos que preservariam o conhecimento de Deus e permaneceriam imaculados no meio da degeneração moral espalhada.
Adão foi levado a compreender o que é o pecado: transgressão da Lei. Ele viu que a degeneração moral, mental e física seria o resultado da transgressão, até que o mundo se enchesse com toda espécie de miséria humana. Os dias da espécie humana foram encurtados pelo seu próprio caminho de pecados e pela transgressão da justa Lei de Deus. A raça humana foi tão grandemente rebaixada que parecia quase sem valor. As pessoas, em geral, eram incapazes de compreender o mistério do Calvário, os grandes e elevados fatos do plano da redenção devido às limitações da mente carnal.
Jesus ontem, hoje e eternamente — Meditações Matinais 2026 · Ellen G. White
