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Meditação do Pôr do Sol · 30 de janeiro de 2026

A primeira morte após o pecado

Hebreus 9:22

“Sem derramamento de sangue, não há perdão” (Hebreus 9:22).

Apesar da fraqueza do poder mental, moral e físico da raça humana, Cristo, fiel ao propósito pelo qual deixou o Céu, continua interessado pelos fracos, desvalidos e degenerados da humanidade. Ele os convida a colocarem nEle as suas fraquezas e grandes deficiências. Se forem a Ele, Jesus suprirá todas as suas necessidades.

Quando Adão, conforme a orientação de Deus, fez uma oferta pelo pecado, isso foi para ele a cerimônia mais dolorosa. Sua mão teve de se levantar para tirar a vida que somente Deus poderia dar e oferecer um sacrifício pelo pecado. Pela primeira vez, ele teria que testemunhar a morte. Ao olhar para a vítima ensanguentada, contorcendo-se nas agonias da morte, ele deveria contemplar, pela fé, o Filho de Deus, a quem a vítima representava, e que morreria como sacrifício pela humanidade.

Essa oferta cerimonial, ordenada por Deus, deveria ser para Adão uma recordação eterna de sua culpa e um reconhecimento de seu pecado. O ato de tirar a vida deu a Adão uma compreensão mais profunda de sua desobediência, que somente a morte do amado Filho de Deus poderia expiar. Ele se encantou pela infinita bondade e incomparável amor que poderiam oferecer tal resgate para salvar o culpado. Ao sacrificar a vítima inocente, parecia-lhe estar derramando o sangue do Filho de Deus com as próprias mãos. Ele sabia que, se tivesse permanecido firme em Deus e leal à Sua santa Lei, não haveria a morte de animais nem de humanos. No entanto, nas ofertas sacrificiais, que apontavam para a grande e perfeita oferta do amado Filho de Deus, surgia uma estrela de esperança, iluminando o futuro sombrio e terrível, aliviando-o da completa desesperança e ruína.

Jesus ontem, hoje e eternamente — Meditações Matinais 2026 · Ellen G. White

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