“Ele, que é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação. Pois foi nele que todas as coisas foram criadas, nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis” (Colossenses 1:15 e 16).
Para assumir a humanidade, o Rei da Glória Se humilhou profundamente. Ele escondeu Sua glória e evitou qualquer ostentação. Jesus não queria atrair pessoas com algo terreno. Ele desejava que apenas a beleza da verdade celestial tocasse o coração dos que O seguissem. Seu objetivo era que O aceitassem pelo que a Palavra de Deus dizia a respeito dEle. Os anjos observavam atentamente para ver como o povo de Deus receberia Seu Filho, agora revestido de humanidade. Invisíveis, eles desceram à terra onde a luz da profecia havia brilhado, indo a Jerusalém e até aos ministros da casa de Deus.
Um anjo já havia anunciado a Zacarias, enquanto este servia no altar, que a vinda de Cristo estava próxima. João Batista, o precursor de Jesus, já tinha nascido, e a notícia sobre seu nascimento e missão havia se espalhado. Mesmo assim, Jerusalém não estava se preparando para receber o Redentor. Deus havia escolhido a nação judaica para anunciar ao mundo que Cristo viria da linhagem de Davi. Porém, eles não faziam ideia de que Sua chegada estava tão próxima.
No templo, os sacrifícios diários da manhã e da tarde ainda apontavam para o Cordeiro de Deus, mas ninguém ali estava se preparando para recebêlO. Sacerdotes e mestres continuavam a repetir suas orações sem significado e a realizar os rituais de adoração sem esperança real. A indiferença no templo também se espalhava por toda a terra de Israel. Corações egoístas e presos às preocupações do mundo não haviam sido tocados pela alegria que fazia vibrar todo o Céu. Apenas algumas poucas pessoas ansiavam ver o Invisível.
Jesus ontem, hoje e eternamente — Meditações Matinais 2026 · Ellen G. White
