“Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele” (João 3:17).
Os corpos humanos haviam se tornado morada de demônios. Seus sentidos, nervos, paixões e órgãos estavam sendo controlados por forças sobrenaturais, levando as pessoas a se entregarem aos desejos mais vergonhosos. Rostos humanos carregavam a marca dos demônios. Que visão triste para o Redentor do mundo!
O pecado havia se transformado em uma ciência, e o vício fazia parte da religião. A rebelião e a violência contra o Céu eram intensas. Os mundos que permaneceram fiéis aguardavam para ver se Deus destruiria os habitantes da Terra. Se isso tivesse acontecido, Satanás já tinha um plano. Ele usaria a destruição como prova para convencer os seres celestiais de que os princípios do governo de Deus impediam completamente o perdão. Caso o mundo fosse eliminado, Satanás culparia Deus e usaria isso para espalhar sua rebelião a outros mundos.
Mas Deus não destruiu o mundo. Em vez disso, Ele enviou Seu Filho para o salvar, oferecendo um meio de resgate. Quando chegou “a plenitude do tempo”, Deus derramou sobre a Terra um rio de graça restauradora, que não seria bloqueado ou interrompido até que o plano de salvação estivesse completo. Jesus veio para restaurar em nós a imagem do Criador. Ele veio para libertar nossa vontade do controle dos demônios, nos erguer da condição degradada em que caímos e transformar nosso caráter manchado em algo semelhante ao Seu caráter divino.
Jesus ontem, hoje e eternamente — Meditações Matinais 2026 · Ellen G. White
