“Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais Ele concede o Seu favor” (Lucas 2:14).
Ao ouvirem as palavras do anjo, os pastores foram tomados por sonhos de glória. O Libertador havia chegado! Eles imaginaram poder, exaltação e vitória ligados à Sua vinda. Mas o anjo os preparou para encontrar o Salvador em humildade e simplicidade, dizendo: “Vocês encontrarão o Bebê envolto em panos e deitado numa manjedoura” (Lucas 2:12). O mensageiro celestial tranquilizou o coração deles, explicando como poderiam reconhecer Jesus. Deu-lhes um momento para se acostumarem com o brilho divino que os cercava. Então, de repente, toda a planície ficou iluminada com a luz radiante dos anjos de Deus. O Céu parecia inclinar-se para a Terra, que ficou em silêncio, enquanto os anjos cantavam: “Glória a Deus nas alturas, e paz na Terra aos homens aos quais Ele concede o Seu favor” (Lucas 2:14).
Como seria maravilhoso se a humanidade de hoje pudesse entender esse cântico! As palavras dos anjos ainda ecoarão mais alto com o passar do tempo, alcançando todos os cantos da Terra antes que ela cumpra seu objetivo. Quando os anjos desapareceram, a noite voltou a cobrir as colinas de Belém, mas os pastores guardaram no coração a mais incrível cena que já tinham visto. Eles disseram uns aos outros: “Vamos a Belém e vejamos isso que aconteceu, e que o Senhor nos deu a conhecer”. Sem demora, foram até lá e encontraram Maria, José e o bebê deitado na manjedoura (Lucas 2:15 e 16).
Cheios de alegria, os pastores saíram contando para todos o que tinham visto e ouvido. E as pessoas que os ouviam ficavam admiradas (Lucas 2:18). O Céu não está mais distante da Terra hoje do que estava naquela noite. Assim como os pastores, todos que, em suas ocupações diárias, respondem à orientação de Deus, têm ao seu lado os anjos das cortes celestiais.
Jesus ontem, hoje e eternamente — Meditações Matinais 2026 · Ellen G. White
