“Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou e enviou o Seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” (1 João 4:10).
Ahistória de Belém revela “a profundidade da riqueza da sabedoria e do conhecimento de Deus” (Romanos 11:33). Ficamos impressionados ao contemplar o sacrifício do Salvador, que trocou o trono do Céu por uma estrebaria. Sua presença humilha o orgulho humano.
Mas esse foi apenas o início de Sua condescendência. Já teria sido uma grande humilhação para o Filho de Deus assumir a natureza humana em sua forma pura, como era no Éden, antes do pecado de Adão. No entanto, Jesus assumiu a humanidade quando os humanos estavam enfraquecidos por quatro mil anos de pecado. Ele, como qualquer descendente de Adão, recebeu a herança da humanidade caída. Podemos entender os resultados dessa herança olhando para a história de Seus ancestrais. Ele veio com essa hereditariedade para enfrentar nossas tentações e mostrar, em Sua vida, que é possível vencer o pecado.
Satanás odiava Cristo profundamente. Ele odiava Aquele que Se comprometeu a redimir os pecadores. Neste mundo, que Satanás dizia ser seu domínio, Deus permitiu que Seu Filho viesse como um frágil bebê. Jesus enfrentou as mesmas fraquezas humanas e os mesmos perigos da vida que qualquer outro. Ele teve que lutar as batalhas da vida com as mesmas condições de qualquer ser humano — com o risco real de fracassar e Se perder para sempre.
O coração de um pai humano olha para o rosto de seu filho pequeno e se preocupa com os perigos que ele enfrentará. Ele deseja protegê-lo de toda tentação e conflito. Mas Deus, para enfrentar um conflito ainda mais intenso e perigos muito maiores, deu Seu único Filho por nós.
“Nisto consiste o amor”. Maravilhe-se, ó Céu! Fique assombrada, ó Terra!
Jesus ontem, hoje e eternamente — Meditações Matinais 2026 · Ellen G. White
