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Meditação do Pôr do Sol · 25 de fevereiro de 2026

O invejoso Herodes

Tiago 3:16

“Pois, onde há inveja e ambição egoísta, aí há confusão e toda espécie de coisas ruins” (Tiago 3:16).

Apergunta de Herodes, um rei sem direito legítimo ao trono, feita por um estrangeiro, feriu o orgulho dos mestres judeus. Com fria indiferença, eles se voltaram para os rolos das profecias, atitude que irritou profundamente o ciumento tirano. Herodes acreditava que os líderes religiosos estavam tentando esconder informações importantes. Com autoridade que ninguém ousaria desafiar, ele ordenou que eles pesquisassem mais cuidadosamente e lhe dissessem onde o Rei prometido deveria nascer.

Eles responderam: “Em Belém da Judéia; pois assim escreveu o profeta: ‘Mas tu, Belém, da terra de Judá, de forma alguma és a menor entre as principais cidades de Judá; pois de ti virá o líder que, como pastor, conduzirá Israel, o Meu povo’” (Mateus 2:5 e 6).

Depois disso, Herodes chamou os magos para uma conversa privada. Embora seu coração estivesse dominado por raiva e medo, ele se mostrou calmo e amigável. Fingindo interesse, disse receber com alegria a notícia do nascimento de Cristo. Com falsa sinceridade, pediu aos magos: “Vão informar-se com exatidão sobre o menino. Logo que O encontrarem, avisem-me, para que eu também vá adorá-lO” (Mateus 2:8).

Os sacerdotes, por outro lado, não eram tão ignorantes quanto aparentavam. Eles já tinham ouvido sobre a visita dos anjos aos pastores, mas consideraram esse evento insignificante. Eles mesmos poderiam ter guiado os magos até o local do nascimento de Jesus. No entanto, preferiram ignorar as evidências, e foi necessário que os magos, estrangeiros, chamassem a atenção deles para o nascimento do Messias.

Jesus ontem, hoje e eternamente — Meditações Matinais 2026 · Ellen G. White

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