“Vimos a Sua estrela no Oriente e viemos adorá-lO” (Mateus 2:2).
Se as notícias trazidas pelos magos e pelos pastores fossem aceitas, elas desafiariam a autoridade dos sacerdotes como porta-vozes da verdade divina. Esses mestres orgulhosos e instruídos se recusavam a aceitar a ideia de que Deus poderia Se comunicar diretamente com pastores simples ou gentios pagãos, deixando-os de lado. Para eles, isso era inadmissível. Eles não se rebaixariam a receber instruções de pessoas que consideravam inferiores. Nem mesmo foram até Belém para confirmar se as notícias eram verdadeiras. Em vez disso, influenciaram o povo a tratar o interesse em Jesus como um fanatismo exagerado. Foi nesse momento que os sacerdotes e rabinos começaram o processo de rejeição de Cristo. Com o tempo, seu orgulho e teimosia cresceram até se transformarem em ódio cruel contra o Salvador. Quando a noite caiu, os magos deixaram Jerusalém sozinhos. Para sua grande alegria, a estrela que haviam seguido reapareceu e os guiou até Belém. Apesar disso, eles partiram de Jerusalém menos confiantes do que quando chegaram, decepcionados com a indiferença dos líderes judeus. Em Belém, não havia guarda real nem sinais de autoridade para proteger o Rei recém-nascido. [...] [Ao chegarem ao local,] Os magos se perguntaram: Poderia esse Menino realmente ser Aquele que iria “restaurar as tribos de Jacó” e ser “uma luz para os gentios” para levar a “salvação até aos confins da Terra”? (Isaías 49:6).
“Ao entrarem na casa, viram o menino com Maria, sua mãe, e, prostrandose, O adoraram” (Mateus 2:11). Depois, abriram seus presentes — “ouro, incenso e mirra”. Que fé extraordinária demonstraram esses estrangeiros!
Jesus ontem, hoje e eternamente — Meditações Matinais 2026 · Ellen G. White
