“Este é o Meu Filho amado, em quem Me agrado” (Mateus 3:17).
Jesus teve que seguir Seu caminho sozinho. A tarefa de redimir o mundo recaiu inteiramente sobre Ele, que escolheu carregar a fraqueza da humanidade. Mesmo diante dessa pesada responsabilidade, Ele permaneceu firme e decidido.
Com o coração aberto, o Salvador orou ao Pai. Ele entendia como o pecado tinha endurecido a mente das pessoas, tornando difícil para elas compreenderem Sua missão e aceitarem o dom que salva. Ao orar, Jesus suplicou forças para vencer a incredulidade humana, quebrar as correntes que Satanás usava para aprisionar as pessoas e derrotar o destruidor.
Nunca os anjos tinham ouvido uma oração como aquela. O Pai respondeu ao pedido do Filho. Os Céus se abriram, e uma luz pura e brilhante, em forma de pomba, desceu sobre a cabeça de Jesus.
Poucos além de João Batista reconheceram a visão celestial. Mesmo assim, uma sensação solene da presença de Deus tomou conta de todos ali reunidos no Jordão. O rosto de Jesus, voltado para o alto, resplandecia com uma glória nunca vista em qualquer ser humano. Dos céus abertos, uma voz declarou: “Este é o Meu Filho amado, em quem Me agrado” (Mateus 3:17). Deus pronunciou aquelas palavras para fortalecer a fé dos que presenciaram a cena e para dar ânimo ao Salvador em Sua missão. Embora os pecados de um mundo culpado fossem colocados sobre Ele, e apesar da humilhação de assumir a natureza humana caída, Deus declarou que Jesus era o Filho do Eterno.
João Batista ficou profundamente emocionado. Ao ver a glória de Deus rodear Jesus e ouvir a voz celestial, ele soube com certeza que acabara de batizar o Redentor do mundo. Cheio de reverência, apontou para Jesus e exclamou: “Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (João 1:29).
Jesus ontem, hoje e eternamente — Meditações Matinais 2026 · Ellen G. White
