“De uma lua nova a outra e de um sábado a outro, toda a humanidade virá e se inclinará diante de Mim, diz o Senhor” (Isaías 66:23).
Opovo de Israel já conhecia o sábado antes mesmo de chegar ao Monte Sinai. Durante a jornada até ali, eles guardaram o sétimo dia. Quando alguns não respeitaram o dia sagrado, o Senhor os repreendeu dizendo: “Até quando vocês se recusarão a obedecer aos Meus mandamentos e às Minhas instruções?” (Êxodo 16:28).
O sábado não foi dado apenas a Israel, mas a toda a humanidade. Assim como os outros mandamentos do Decálogo, ele é uma obrigação eterna. A respeito dessa Lei, Cristo afirmou: “Enquanto existirem céus e terra, de forma alguma desaparecerá da Lei a menor letra ou o menor traço” (Mateus 5:18). Enquanto o céu e a Terra permanecerem, o sábado continuará sendo um símbolo do poder criador de Deus. Quando o Éden for restaurado na Terra, o sábado será honrado por todos. Como está escrito: “De uma lua nova a outra e de um sábado a outro, toda a humanidade virá e se inclinará diante de Mim, diz o Senhor” (Isaías 66:23).
Para guardar o sábado, homens e mulheres precisam buscar a santidade. Por meio da fé, devem receber a justiça de Cristo. Quando Deus ordenou a Israel: “Lembra-te do dia de sábado, para santificá-lo” (Êxodo 20:8), Ele também disse: “Vocês serão Meu povo santo” (Êxodo 22:31).
No entanto, quando os judeus se afastaram do Pai e deixaram de alcançar a justiça de Cristo pela fé, o sábado perdeu o verdadeiro significado para eles. Satanás trabalhou para corromper o sábado, pois esse dia é um sinal do poder de Cristo. Os líderes judeus, então, cercaram o santo dia com exigências pesadas e desnecessárias. Nos dias de Jesus, a observância do sábado refletia mais o caráter egoísta e arbitrário das pessoas do que o amor do Pai celestial. Os rabinos apresentavam Deus como Alguém que dava leis impossíveis de serem cumpridas, afastando ainda mais o povo do propósito divino.
Jesus ontem, hoje e eternamente — Meditações Matinais 2026 · Ellen G. White
