“Pois assim diz o Senhor, o Criador dos céus, que os formou e os fez, que os estabeleceu, que não os criou para serem um deserto, mas para serem habitados: ‘Eu sou o Senhor, e não há outro’“ (Isaías 45:18).
Osábado foi santificado por Deus na Criação. Ele foi planejado como um presente para toda a humanidade e teve sua origem em um tempo de perfeita harmonia entre o Céu e a Terra, quando “as estrelas matutinas juntas cantavam e todos os anjos se regozijavam” (Jó 38:7). A Terra refletia a glória divina, e Deus contemplou tudo o que havia criado, declarando: “Tudo havia ficado muito bom”. Então, Ele descansou, satisfeito e feliz com Sua obra concluída (Gênesis 1:31).
Ao descansar no sétimo dia, Deus o “abençoou [...] e o santificou” (Gênesis 2:3), ou seja, separou-o para um propósito especial e sagrado. O sábado se tornou um memorial da obra da Criação, um sinal do poder criador e do amor de Deus.
O Filho de Deus foi quem criou todas as coisas. Como está escrito: “Todas as coisas foram feitas por intermédio dEle; sem Ele, nada do que existe teria sido feito” (João 1:3). Sendo o sábado um memorial da Criação, ele também reflete o poder e o amor de Cristo.
O sábado nos conecta com o Criador. No canto dos pássaros, no som das folhas balançando ao vento e no murmúrio das ondas do mar, podemos ouvir a voz do mesmo Deus que falou com Adão no Éden. Observando o poder de Deus na natureza, encontramos conforto, pois a Palavra que criou todas as coisas é a mesma que dá vida ao nosso ser. É dAquele que “disse: ‘Das trevas resplandeça a luz’ [...] [que] brilhou em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo” (2 Coríntios 4:6).
“Voltem-se para Mim e sejam salvos, todos vocês, confins da Terra; pois Eu sou Deus, e não há nenhum outro” (Isaías 45:22). Essa mensagem está escrita em toda a natureza. O sábado foi criado para ser lembrado, como um constante chamado à comunhão com o Criador.
Jesus ontem, hoje e eternamente — Meditações Matinais 2026 · Ellen G. White
