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Meditação do Pôr do Sol · 4 de agosto de 2026

“Tirem a pedra”

João 11:39

“Tirem a pedra” (João 11:39).

Os problemas da humanidade pecadora pesavam profundamente no coração de Jesus, e Suas lágrimas caíram livremente, refletindo Seu intenso desejo de aliviar todas as dores e aflições da raça humana. Lázaro havia sido sepultado em uma caverna, com uma grande pedra selando a entrada. Jesus disse: “Tirem a pedra”. Marta, pensando que Ele queria apenas ver o corpo, protestou: “Senhor, já cheira mal, pois faz quatro dias” (João 11:39). Essa declaração, feita antes do milagre, eliminava qualquer chance de os inimigos de Cristo acusarem-nO de fraude. Quando Jesus ressuscitou a filha de Jairo, Ele disse: “A criança não está morta, mas dorme” (Marcos 5:39). Como ela foi ressuscitada logo após sua morte, os fariseus argumentaram que ela não havia realmente morrido, tentando desacreditar os milagres de Cristo. Mas, no caso de Lázaro, não havia como negar: ele estava morto. Sempre que o Senhor está prestes a realizar uma obra, Satanás instiga alguém a levantar objeções. Marta, hesitando, não queria que o corpo de Lázaro, já em decomposição, fosse exposto. Sua fé ainda não havia compreendido plenamente o significado das promessas de Jesus. Com paciência e gentileza, Cristo a repreendeu: “Não lhe falei que, se você cresse, veria a glória de Deus?” (João 11:40). Ele enfatizou que as impossibilidades naturais não podem impedir a obra do Deus Todo-Poderoso. A descrença não é sinal de humildade; a verdadeira humildade é acreditar na palavra de Cristo sem questionar e confiar completamente nEle.

Jesus repetiu: “Tirem a pedra”. Embora pudesse ter ordenado aos anjos que O acompanhavam que removesse a pedra, Ele escolheu envolver as pessoas na obra. Queria ensinar que a humanidade deve cooperar com a divindade. Deus não realizará milagres para aquilo que o esforço humano pode fazer. Cristo mostrou que, em Seu plano, o poder divino e humano devem trabalhar juntos.

Jesus ontem, hoje e eternamente — Meditações Matinais 2026 · Ellen G. White

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