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Meditação do Pôr do Sol · 28 de setembro de 2026

Por fim, Cristo vence!

Mateus 26:42

“Meu Pai, se não for possível afastar de Mim este cálice sem que Eu o beba, faça-se a Tua vontade” (Mateus 26:42).

Por três vezes, Jesus recuou do sacrifício supremo. Agora Ele via a raça humana desamparada e o poder do pecado. As lamentações de um mundo condenado se erguiam diante dEle. Vendo o destino iminente, decidiu salvar a humanidade a qualquer custo. Jesus deu as costas às cortes celestiais para salvar um mundo derrotado pelo mal, e não Se desviaria de Sua missão.

Assim que Se decidiu, o Salvador caiu ao chão, agonizante. Onde estavam Seus discípulos para amparar a cabeça do Mestre desfalecido? O Salvador enfrentou o sofrimento sozinho. Não havia ninguém com Ele (ver Isaías 63:3).

Deus sofreu com Seu Filho. Anjos testemunharam a agonia do Salvador. O Céu ficou em silêncio; não se ouviu harpa alguma. Em dor silenciosa, os exércitos angelicais observavam o Pai afastar Seus raios de luz, amor e glória de Seu amado Filho.

Satanás e seus aliados observavam atentamente. Qual seria a resposta à oração de Cristo, repetida três vezes? Na terrível crise, quando a taça tremia na mão do Sofredor, o poderoso anjo na presença de Deus, ocupando a posição que Satanás havia perdido, desceu até Cristo. O anjo não tirou a taça da mão de Jesus, mas O fortaleceu com a certeza do amor do Pai. Ele garantiu a Jesus que Sua morte resultaria na derrota completa de Satanás, e que o reino do mundo seria dado aos santos do Altíssimo. Disse-Lhe que Ele veria uma multidão de salvos, pessoas eternamente salvas.

A agonia de Cristo não cessou, mas a depressão e o desânimo O deixaram. A tempestade não diminuiu, mas agora Ele estava forte para enfrentá-la.

Jesus ontem, hoje e eternamente — Meditações Matinais 2026 · Ellen G. White

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