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Meditação do Pôr do Sol · 27 de setembro de 2026

Mais uma vez Cristo volta aos discípulos

Mateus 26:42

“Meu Pai, se não for possível afastar de Mim este cálice sem que Eu o beba, faça-se a Tua vontade” (Mateus 26:42).

Pouco tempo antes, Jesus estava firme como um cedro, resistindo à tempestade que se desencadeava sobre Ele. Agora, parecia um galho castigado e dobrado pela furiosa tempestade. Como Alguém já glorificado, Ele afirmara ser um com Deus. Agora, Sua voz soava na noite — uma voz cheia de angústia humana: “Meu Pai, se não for possível afastar de Mim este cálice sem que Eu o beba, faça-se a Tua vontade” (Mateus 26:42). Jesus ansiava ouvir dos Seus discípulos palavras que afastassem a escuridão que quase O vencia. Os olhos deles estavam pesados, e “não sabiam o que Lhe dizer” (Marcos 14:40). Eles viram Seu rosto manchado de suor sanguinolento, mas não entenderam a angústia de Sua alma. “Sua aparência estava tão desfigurada, que Ele Se tornou irreconhecível como homem” (Isaías 52:14).

Jesus Se afastou e voltou ao lugar de retiro, onde caiu prostrado. A humanidade do Filho de Deus tremia naquela hora de prova. O terrível momento de decidir o destino da humanidade havia chegado. Esse destino oscilava na balança. Cristo poderia ter recusado beber da taça destinada à humanidade culpada. Poderia ter enxugado o suor sanguinolento da testa e nos deixado perecer em nossa iniquidade. Poderia ter dito: “Que o transgressor receba a pena pelo seu pecado; Eu volto para o Meu Pai. Terá o inocente que sofrer as consequências da maldição do pecado, para salvar o culpado?”. Mas as palavras que saíram dos lábios de Jesus foram outras: “Meu Pai, se não for possível afastar de Mim este cálice sem que Eu o beba, faça-se a Tua vontade” (Mateus 26:42).

Jesus ontem, hoje e eternamente — Meditações Matinais 2026 · Ellen G. White

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